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Resumo do curso · História e Política

Revolução Francesa

Da crise do absolutismo ao golpe de Napoleão: os dez anos da Revolução Francesa, suas ideias, seus símbolos e o Terror.

Com Guilherme Almeida 16 aulas 4h05 de vídeo 16 aulas expositivas de Guilherme Almeida, organizadas em quatro módulos e precedidas de vídeos curtos de apresentação; cerca de 4 horas no total, com análise de pinturas e gravuras mostradas na tela.

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Visão geral

A Revolução Francesa costuma ser lembrada como o marco fundador das liberdades modernas. Neste curso, o professor Guilherme Almeida a estuda como a “mãe das revoluções burguesas” e defende uma leitura menos celebrada: a de uma ruptura que marcou profundamente o homem ocidental contemporâneo, e em boa parte para pior.

O percurso começa pelos antecedentes: a formação da burguesia desde a Idade Média, o iluminismo de Locke, Montesquieu, Voltaire e Rousseau, a passagem dessas ideias pela Revolução Americana e as cinco causas que levaram a França a 1789: a Guerra dos Sete Anos, o apoio à independência americana, o luxo da corte, a grande fome e a falta de voz do Terceiro Estado.

Depois vêm as fases da revolução, numa divisão didática proposta pelo professor. A primeira, de 1789 a 1792, vai da queda da Bastilha à Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, à Constituição Civil do Clero, ao nascimento de “esquerda” e “direita” e à fuga de Varennes. A segunda é a do Terror jacobino: Valmy e a Vendeia, os comitês e o Tribunal Revolucionário, a execução do rei e da rainha, a subversão do calendário e dos símbolos cristãos e a queda de Robespierre.

A terceira e última fase é a do Diretório, a tentativa de pôr ordem na França depois do Terror, entre crise econômica, reação realista e a Conspiração dos Iguais, até o 18 Brumário de 1799, em que o professor situa o fim da revolução, com Napoleão como primeiro cônsul. Em todo o caminho, a leitura dos símbolos — o que a revolução destruiu, subverteu ou reinventou — serve de fio condutor.

O percurso do curso

Módulo 1 · Antecedentes da revolução

O curso retoma primeiro a formação da burguesia: intermediária do comércio desde a Idade Média, ela se fortalece executando o mercantilismo criado pelos reis absolutistas e ganha fôlego quando o protestantismo afrouxa o freio que a condenação católica à usura impunha ao lucro — tese que o professor liga a Max Weber. Vem então o iluminismo, anticlerical e antiabsolutista, com Locke, Montesquieu, Voltaire e Rousseau.

Antes de chegar à França, essas ideias passam pelos Estados Unidos. Apoiado em Christopher Dawson, o professor propõe, como leitura própria, que os americanos adotaram o iluminismo à luz da Bíblia, sem a religião do homem de Rousseau. O módulo termina com os cinco antecedentes da revolução e com a criação da Assembleia Nacional Constituinte por um Terceiro Estado cansado de perder por dois votos a um nos Estados Gerais.

Módulo 2 · A primeira fase (1789–1792)

No início, lembra o professor, o alvo era Luís XVI, não a monarquia. A tomada da Bastilha, prisão política e paiol, é lida como escolha simbólica e como primeiro gesto de damnatio memoriae, o apagamento do passado que o iluminismo ensinou aos revolucionários. Seguem-se a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que deixava de fora mulheres e pobres, os sans-culottes, a marcha das peixeiras sobre Versalhes e a Constituição de 1791.

A Constituição Civil do Clero, de 1790, submete a Igreja ao Estado e divide o clero entre juramentados e refratários; na mesma aula surgem jacobinos e girondinos e a origem de “esquerda” e “direita”. A fuga de Varennes abala a monarquia constitucional e abre caminho à Convenção Nacional e à ascensão jacobina.

Módulo 3 · O período do Terror

A fase mais violenta começa com a vitória de Valmy sobre a coalizão absolutista, a repressão à Vendeia monarquista e os massacres de setembro. Os comitês e o Tribunal Revolucionário organizam o Terror, que reproduz a opressão que dizia combater, e a guilhotina, apresentada como morte “igualitária”, executa Luís XVI em 21 de janeiro de 1793.

A radicalização alcança os símbolos: o calendário de semanas de dez dias, o baralho, os nomes de ruas, a igreja de Santa Genoveva convertida em Panteão. O professor analisa a morte de Marat, a tela de Jacques-Louis David que o pinta na pose das pietàs e o culto ao Ser Supremo; o módulo fecha com o julgamento de Maria Antonieta e o 9 Termidor, que derruba Robespierre.

Módulo 4 · O Diretório e o fim da revolução

Depois do Terror, o Diretório tenta arrumar a casa em meio à crise econômica, à reação realista e à Conspiração dos Iguais de Graco Babeuf, enquanto Napoleão ganha fama em Arcole e no Egito. A desordem reaviva a ideia hobbesiana de um poder central forte.

Napoleão já é decisivo no 18 Frutidor de 1797, quando a ameaça realista é contida, e toma o poder com o 18 Brumário de 1799, tornando-se primeiro cônsul. É ali que o professor situa o fim da revolução — e o ponto de partida para o estudo da era napoleônica.

O que você vai aprender

  • Como a burguesia se formou desde a Idade Média e por que o mercantilismo e o protestantismo a fortaleceram
  • As ideias centrais do iluminismo, de Locke, Montesquieu, Voltaire e Rousseau, e seu caráter anticlerical e antiabsolutista
  • Por que, segundo o professor, a Revolução Americana adotou o iluminismo com ressalvas, sem romper com a matriz cristã
  • Os cinco antecedentes da revolução, da Guerra dos Sete Anos à falta de voz do Terceiro Estado nos Estados Gerais
  • O peso dos símbolos na revolução, da tomada da Bastilha ao novo calendário e à conversão de uma igreja em Panteão
  • Os limites da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que deixou de fora mulheres e pobres
  • Como a Constituição Civil do Clero submeteu a Igreja ao Estado e dividiu o clero entre juramentados e refratários
  • De onde vêm os termos “esquerda” e “direita” e quem eram jacobinos e girondinos
  • Como funcionou o Terror: a repressão na Vendeia, os comitês e o Tribunal Revolucionário, a execução do rei e a queda de Robespierre
  • Por que o Diretório fracassou e como o 18 Brumário levou Napoleão ao poder e encerrou a revolução

Aula por aula

  1. Apresentação do curso O curso de Revolução Francesa

    Apresenta o curso, que estuda a Revolução Francesa, a “mãe das revoluções burguesas”, em quatro partes — antecedentes e três fases —, do iluminismo e das disputas entre burguesia, nobreza, clero e povo aos símbolos do Terror e a Napoleão.

    Anuncia a tese que atravessa o curso: a revolução marcou o homem ocidental contemporâneo e, na avaliação do professor, por um lado muito negativo.

    Revolução FrancesailuminismoTerrorNapoleão Bonaparte RousseauNapoleão Bonaparte
    3 min
  2. Módulo 1 · Antecedentes da revolução

  3. Apresentação do módulo Apresentação: antecedentes da revolução

    Abre o módulo dos antecedentes: a burguesia, o iluminismo que passou pelos Estados Unidos antes de voltar à França e os cinco pontos que o professor considera causas centrais da revolução.

    Toma posição de método: a história não se reduz a causas e consequências, mas estes cinco antecedentes são, sim, causas centrais da revolução.

    antecedentesburguesiailuminismocausas da revolução
    2 min
  4. Aula 1.1 A burguesia, da Idade Média ao protestantismo

    A burguesia nasce na Idade Média como intermediária do comércio, entre a Igreja e os reis, e cresce executando o mercantilismo criado pelos absolutistas. A condenação católica à usura freava seu lucro; o protestantismo, depois de Lutero, soltou esse freio, tese que o professor liga a Max Weber.

    Mostra, com um exemplo das Cruzadas, que já existiam cartas de crédito: depositava-se ouro na Europa e sacava-se o mesmo valor em Jerusalém.

    burguesiamercantilismousuraprotestantismoMax Weber Marshall McLuhanKarl MarxMartinho LuteroMax Weber
    13 min
  5. Aula 1.2 Iluminismo: contra o rei e contra o clero

    O iluminismo aparece como filosofia ligada à burguesia, anticlerical e antiabsolutista, resumida na frase sobre o último rei enforcado nas tripas do último padre. A aula percorre Locke, Montesquieu e a tripartição dos poderes, Voltaire e Rousseau, e anuncia que a teoria virou prática primeiro nos Estados Unidos.

    Explica de onde vem a ideia de uma Idade Média “das trevas”: dos próprios iluministas, que se diziam portadores da luz da razão.

    iluminismoanticlericalismotripartição dos poderesMontesquieuRousseau John LockeMontesquieuVoltaireRousseau
    11 min
  6. Aula 1.3 Revolução Americana: iluminismo à luz da Bíblia

    A Revolução Americana como contraponto à francesa. Apoiado em Christopher Dawson, o professor propõe, como leitura própria, que os americanos adotaram o iluminismo à luz da Bíblia: tomaram Montesquieu e a república romana para criar o presidencialismo, mas não a religião do homem nem o ataque de Rousseau à propriedade.

    Contrasta a forte adesão popular à independência americana com a Independência e a República brasileiras, conduzidas por elites diante de uma população “quase sonâmbula”.

    Revolução Americanacristandadepresidencialismopais fundadoresChristopher Dawson Christopher DawsonBenjamin FranklinThomas PaineThomas JeffersonMontesquieu
    11 min
  7. Aula 1.4 Os cinco antecedentes da Revolução Francesa

    Os antecedentes organizados em cinco pontos: Guerra dos Sete Anos, apoio à independência americana, luxo da corte, grande fome e falta de voz do Terceiro Estado. A aula explica a sociedade estamental e o voto por estado nos Estados Gerais, que levou o Terceiro Estado a criar a Assembleia Nacional Constituinte.

    Traduz a fome em números: às vésperas da revolução, um sans-culotte gastava 88% do que ganhava só com pão, e ainda de segunda categoria.

    antecedentessociedade estamentalEstados GeraisTerceiro Estadogrande fome Luís XVIMaria AntonietaLuís XIVLênin
    24 min
  8. Módulo 2 · A primeira fase (1789–1792)

  9. Apresentação do módulo Apresentação: a primeira fase

    Abre o módulo da primeira fase da revolução, de 1789 a 1792: a convulsão iniciada em Paris, o iluminismo posto em prática, a transformação da França em Estado laico e o caminho para a fase seguinte.

    Lembra que a divisão da revolução em fases é uma sistematização didática do próprio professor, útil para situar cada acontecimento.

    primeira faseParisiluminismoEstado laico
    2 min
  10. Aula 2.1 Da crise do absolutismo à queda da Bastilha

    O contexto da revolução: a decadência do absolutismo Bourbon, do auge de Luís XIV em Versalhes aos erros de Luís XV e à fraqueza de Luís XVI. O professor sustenta que o alvo inicial era o rei, não a monarquia, e narra a demissão de Necker e o 14 de julho.

    Termina com a diferença entre revolta e revolução, a partir da cena em que Luís XVI vê a multidão e a toma por simples revolta.

    absolutismoVersalhesLuís XVIqueda da Bastilharevolta e revolução Luís XIVLuís XVLuís XVIThomas HobbesNecker
    14 min
  11. Aula 2.2 A Bastilha como símbolo e a damnatio memoriae

    O papel dos símbolos na vida social explica por que o povo escolheu a Bastilha, prisão política e paiol, como alvo em 14 de julho. Sua destruição é lida como damnatio memoriae, o apagamento da memória ensinado pelo iluminismo, e a aula descreve o medo que a revolução despertou nas monarquias absolutistas.

    Por que a multidão não atacou as Tulherias? Porque os palácios, no imaginário popular, ainda simbolizavam um passado glorioso.

    símbolosqueda da Bastilhadamnatio memoriaemonarquias absolutistas São Tomás de AquinoLuís XVI
    14 min
  12. Aula 2.3 Declaração dos Direitos, sans-culottes e peixeiras

    A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão é lida como símbolo iluminista criado pela burguesia, que deixava de fora mulheres e pobres, como mostram Rousseau e o voto censitário. A aula trata ainda dos sans-culottes, da Assembleia Legislativa, da Constituição de 1791 e da marcha das peixeiras de Paris a Versalhes.

    Cita Michelet, para quem a Bastilha foi tomada pelos homens e o rei pelas mulheres, e descreve a vida insalubre das peixeiras à beira do Sena.

    Declaração dos Direitossans-culottesvoto censitáriomulheres na revoluçãoConstituição de 1791 Declaração dos Direitos do Homem e do CidadãoRousseauJules MicheletLesueur (A plantação de uma árvore da liberdade)
    16 min
  13. Aula 2.4 Laicização do Estado e origem de esquerda e direita

    A laicização do Estado, inspirada em Rousseau e no deísmo iluminista: a Constituição Civil do Clero, de 1790, submete a Igreja ao poder civil e divide o clero em juramentado e refratário. A aula explica ainda a origem de jacobinos e girondinos e da divisão entre esquerda e direita.

    Questiona a máxima de Rousseau de que o homem nasce bom e a sociedade o corrompe: se todos são bons, como formariam juntos uma sociedade má?

    laicizaçãoConstituição Civil do Cleroclero refratáriojacobinos e girondinosesquerda e direita RousseauConstituição Civil do CleroRobespierreDanton
    15 min
  14. Aula 2.5 Fuga de Varennes e a Convenção Nacional

    A tentativa de fuga de Luís XVI rumo à Áustria, interrompida em Varennes, abala a monarquia constitucional de 1791. Seguem-se a Convenção Nacional, dividida entre girondinos e jacobinos, a ascensão destes com a comuna e o fim dos privilégios feudais, com terras de nobres loteadas e vendidas a preço baixo.

    Aponta um padrão que se repete na história: os girondinos, que contestavam o voto por estado nos Estados Gerais, passam a restringir votos quando chegam ao poder.

    fuga de Varennesmonarquia constitucionalConvenção Nacionalcomunaprivilégios feudais Luís XVIRobespierreDantonMaratSaint-Just
    14 min
  15. Módulo 3 · O período do Terror

  16. Apresentação do módulo Apresentação: o período do Terror

    Abre o módulo da fase mais violenta da revolução: a reação das potências absolutistas, as revoltas no campo, a execução do rei e da rainha, a radicalização de Robespierre, os comitês e tribunais revolucionários e o golpe do 9 Termidor.

    Inclui no roteiro um tema pouco lembrado: o destino dos filhos de Luís XVI e Maria Antonieta, presos e também atingidos pelo Terror.

    TerrorRobespierretribunais revolucionários9 Termidor RobespierreLuís XVIMaria Antonieta
    2 min
  17. Aula 3.1 Valmy, Vendeia e os massacres de setembro

    O início do período do Terror: a coalizão absolutista contra a França, a Guarda Nacional de Lafayette e a vitória de Valmy, em 1792, que inaugura o ano 1 da República. Destaque para a repressão brutal à Vendeia monarquista, muitas vezes omitida nos materiais didáticos, e para os massacres de setembro.

    Detém-se no Leão de Lucerna, monumento aos guardas suíços mortos na defesa das Tulherias, que o professor considera uma das imagens mais fortes da violência revolucionária.

    Batalha de ValmyVendeiamassacres de setembroGuarda SuíçaLeão de Lucerna Marquês de LafayetteJules MicheletRobespierreLeão de Lucerna
    15 min
  18. Aula 3.2 Comitês, guilhotina e a execução de Luís XVI

    O aparato do Terror jacobino: os comitês e o Tribunal Revolucionário, que reproduzem a opressão antes combatida. A aula explica a guilhotina, apresentada como morte rápida e “igualitária”, o processo de Luís XVI e sua execução em 21 de janeiro de 1793, marco do início do grande Terror.

    Critica os materiais didáticos que pouco falam do Terror e mostra como o verniz humanitário da guilhotina encobria execuções em massa.

    TerrorTribunal Revolucionárioguilhotinaexecução de Luís XVIFouché Joseph-Ignace GuillotinLuís XVIJoseph FouchéMaratRobespierre
    18 min
  19. Aula 3.3 Símbolos subvertidos, Marat e o Ser Supremo

    A radicalização jacobina ataca os símbolos: calendário com semanas de dez dias, baralho, nomes de ruas, a igreja de Santa Genoveva convertida em Panteão, as estátuas dos reis quebradas em Saint-Denis. A aula analisa ainda o uso político da morte de Marat por Robespierre e o culto ao Ser Supremo.

    Compara o quadro de Jacques-Louis David, com Marat morto na banheira, às pietàs de Cristo, para mostrar como o revolucionário foi transformado em mártir.

    calendário revolucionárioPanteãoMaratJacques-Louis Davidculto ao Ser Supremo Jacques-Louis DavidMaratCharlotte CordayRobespierreMichelangelo
    20 min
  20. Aula 3.4 Auge do Terror e queda de Robespierre

    Do “beijo de Lamourette”, tentativa frustrada de reconciliação na Assembleia, ao auge do Terror: fome apesar da Lei do Máximo, guilhotina como espetáculo, o julgamento de Maria Antonieta e a acusação de incesto. Termina com o golpe do 9 Termidor e a execução de Robespierre.

    Defende que a Revolução Francesa deve ser pintada “com as cores verdadeiras”, sem verniz, e indica o livro O Beijo de Lamourette, de Robert Darnton.

    TerrorLei do MáximoMaria Antonieta9 TermidorRobespierre Adrien LamouretteRobert DarntonMaria AntonietaRobespierreSaint-Just
    13 min
  21. Módulo 4 · O Diretório e o fim da revolução

  22. Apresentação do módulo Apresentação: o Diretório

    Abre o último módulo, sobre a fase mais longa da revolução: a tentativa de arrumar a casa depois do Terror, entre crise econômica, disputas de realistas, populares e burgueses e a ascensão de Napoleão.

    Prepara a pergunta do módulo: por que, depois do Terror, a França continuou instável e acabou encontrando uma resposta em Napoleão?

    Diretóriocrise econômicarealistasNapoleão Bonaparte Napoleão Bonaparte
    2 min
  23. Aula 4.1 O Diretório, a reação realista e Arcole

    Depois da queda de Robespierre, os girondinos organizam o Diretório, com um legislativo bicameral, em meio à crise econômica. A aula mostra Napoleão ganhando fama na Batalha de Arcole, a reação realista e o chamado terror branco, e a Constituição de 1795, incapaz de dar rumo à França.

    Sustenta que a França se perdeu ao romper sem plano com uma monarquia milenar, ao contrário da Inglaterra, que restaurou o rei com poderes limitados.

    Diretórioterror brancoBatalha de ArcoleConstituição de 1795Napoleão Bonaparte Napoleão BonaparteLuís XVIII
    11 min
  24. Aula 4.2 Babeuf, a Conspiração dos Iguais e o Egito

    A República Romana e os irmãos Graco ajudam a entender Graco Babeuf e sua Conspiração dos Iguais contra o Diretório, reprimida com a volta da guilhotina. A aula acompanha Napoleão no Egito e mostra como a desordem reaviva a ideia hobbesiana de um poder central forte.

    Propõe uma pergunta ao aluno: até quando a guilhotina foi usada na França? Até a década de 1970, na execução de um tunisiano.

    DiretórioGraco BabeufConspiração dos Iguaisirmãos Gracocampanha do Egito Graco BabeufTibério e Caio GracoNapoleão BonaparteThomas Hobbes
    12 min
  25. Aula 4.3 Do 18 Frutidor ao 18 Brumário: fim da revolução

    Dois golpes marcam os anos finais do Diretório: o 18 Frutidor, em 1797, quando a ameaça realista é contida com apoio das tropas de Napoleão, e o 18 Brumário de 1799, com o qual Napoleão encerra o regime. O Consulado, com Napoleão como primeiro cônsul, marca para o professor o fim da revolução.

    Desfaz um equívoco comum: Napoleão nasceu na Córsega, de família de raízes italianas, mas a ilha já era francesa, e ele era francês de nascimento.

    18 Frutidor18 BrumárioConsuladoNapoleão Bonapartefim da revolução Napoleão BonaparteLucien BonaparteJoachim Murat
    13 min

Autores, obras e figuras discutidos

Rousseau · Napoleão Bonaparte · Marshall McLuhan · Karl Marx · Martinho Lutero · Max Weber · John Locke · Montesquieu · Voltaire · Christopher Dawson · Benjamin Franklin · Thomas Paine · Thomas Jefferson · Luís XVI · Maria Antonieta · Luís XIV · Lênin · Luís XV · Thomas Hobbes · Necker · São Tomás de Aquino · Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão · Jules Michelet · Lesueur (A plantação de uma árvore da liberdade) · Constituição Civil do Clero · Robespierre · Danton · Marat · Saint-Just · Marquês de Lafayette · Leão de Lucerna · Joseph-Ignace Guillotin · Joseph Fouché · Jacques-Louis David · Charlotte Corday · Michelangelo · Adrien Lamourette · Robert Darnton · Luís XVIII · Graco Babeuf · Tibério e Caio Graco · Lucien Bonaparte · Joachim Murat