Revolução Francesa
Da crise do absolutismo ao golpe de Napoleão: os dez anos da Revolução Francesa, suas ideias, seus símbolos e o Terror.
Visão geral
A Revolução Francesa costuma ser lembrada como o marco fundador das liberdades modernas. Neste curso, o professor Guilherme Almeida a estuda como a “mãe das revoluções burguesas” e defende uma leitura menos celebrada: a de uma ruptura que marcou profundamente o homem ocidental contemporâneo, e em boa parte para pior.
O percurso começa pelos antecedentes: a formação da burguesia desde a Idade Média, o iluminismo de Locke, Montesquieu, Voltaire e Rousseau, a passagem dessas ideias pela Revolução Americana e as cinco causas que levaram a França a 1789: a Guerra dos Sete Anos, o apoio à independência americana, o luxo da corte, a grande fome e a falta de voz do Terceiro Estado.
Depois vêm as fases da revolução, numa divisão didática proposta pelo professor. A primeira, de 1789 a 1792, vai da queda da Bastilha à Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, à Constituição Civil do Clero, ao nascimento de “esquerda” e “direita” e à fuga de Varennes. A segunda é a do Terror jacobino: Valmy e a Vendeia, os comitês e o Tribunal Revolucionário, a execução do rei e da rainha, a subversão do calendário e dos símbolos cristãos e a queda de Robespierre.
A terceira e última fase é a do Diretório, a tentativa de pôr ordem na França depois do Terror, entre crise econômica, reação realista e a Conspiração dos Iguais, até o 18 Brumário de 1799, em que o professor situa o fim da revolução, com Napoleão como primeiro cônsul. Em todo o caminho, a leitura dos símbolos — o que a revolução destruiu, subverteu ou reinventou — serve de fio condutor.
O percurso do curso
Módulo 1 · Antecedentes da revolução
O curso retoma primeiro a formação da burguesia: intermediária do comércio desde a Idade Média, ela se fortalece executando o mercantilismo criado pelos reis absolutistas e ganha fôlego quando o protestantismo afrouxa o freio que a condenação católica à usura impunha ao lucro — tese que o professor liga a Max Weber. Vem então o iluminismo, anticlerical e antiabsolutista, com Locke, Montesquieu, Voltaire e Rousseau.
Antes de chegar à França, essas ideias passam pelos Estados Unidos. Apoiado em Christopher Dawson, o professor propõe, como leitura própria, que os americanos adotaram o iluminismo à luz da Bíblia, sem a religião do homem de Rousseau. O módulo termina com os cinco antecedentes da revolução e com a criação da Assembleia Nacional Constituinte por um Terceiro Estado cansado de perder por dois votos a um nos Estados Gerais.
Módulo 2 · A primeira fase (1789–1792)
No início, lembra o professor, o alvo era Luís XVI, não a monarquia. A tomada da Bastilha, prisão política e paiol, é lida como escolha simbólica e como primeiro gesto de damnatio memoriae, o apagamento do passado que o iluminismo ensinou aos revolucionários. Seguem-se a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que deixava de fora mulheres e pobres, os sans-culottes, a marcha das peixeiras sobre Versalhes e a Constituição de 1791.
A Constituição Civil do Clero, de 1790, submete a Igreja ao Estado e divide o clero entre juramentados e refratários; na mesma aula surgem jacobinos e girondinos e a origem de “esquerda” e “direita”. A fuga de Varennes abala a monarquia constitucional e abre caminho à Convenção Nacional e à ascensão jacobina.
Módulo 3 · O período do Terror
A fase mais violenta começa com a vitória de Valmy sobre a coalizão absolutista, a repressão à Vendeia monarquista e os massacres de setembro. Os comitês e o Tribunal Revolucionário organizam o Terror, que reproduz a opressão que dizia combater, e a guilhotina, apresentada como morte “igualitária”, executa Luís XVI em 21 de janeiro de 1793.
A radicalização alcança os símbolos: o calendário de semanas de dez dias, o baralho, os nomes de ruas, a igreja de Santa Genoveva convertida em Panteão. O professor analisa a morte de Marat, a tela de Jacques-Louis David que o pinta na pose das pietàs e o culto ao Ser Supremo; o módulo fecha com o julgamento de Maria Antonieta e o 9 Termidor, que derruba Robespierre.
Módulo 4 · O Diretório e o fim da revolução
Depois do Terror, o Diretório tenta arrumar a casa em meio à crise econômica, à reação realista e à Conspiração dos Iguais de Graco Babeuf, enquanto Napoleão ganha fama em Arcole e no Egito. A desordem reaviva a ideia hobbesiana de um poder central forte.
Napoleão já é decisivo no 18 Frutidor de 1797, quando a ameaça realista é contida, e toma o poder com o 18 Brumário de 1799, tornando-se primeiro cônsul. É ali que o professor situa o fim da revolução — e o ponto de partida para o estudo da era napoleônica.
O que você vai aprender
- Como a burguesia se formou desde a Idade Média e por que o mercantilismo e o protestantismo a fortaleceram
- As ideias centrais do iluminismo, de Locke, Montesquieu, Voltaire e Rousseau, e seu caráter anticlerical e antiabsolutista
- Por que, segundo o professor, a Revolução Americana adotou o iluminismo com ressalvas, sem romper com a matriz cristã
- Os cinco antecedentes da revolução, da Guerra dos Sete Anos à falta de voz do Terceiro Estado nos Estados Gerais
- O peso dos símbolos na revolução, da tomada da Bastilha ao novo calendário e à conversão de uma igreja em Panteão
- Os limites da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que deixou de fora mulheres e pobres
- Como a Constituição Civil do Clero submeteu a Igreja ao Estado e dividiu o clero entre juramentados e refratários
- De onde vêm os termos “esquerda” e “direita” e quem eram jacobinos e girondinos
- Como funcionou o Terror: a repressão na Vendeia, os comitês e o Tribunal Revolucionário, a execução do rei e a queda de Robespierre
- Por que o Diretório fracassou e como o 18 Brumário levou Napoleão ao poder e encerrou a revolução
Aula por aula
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Apresentação do curso O curso de Revolução Francesa
Apresenta o curso, que estuda a Revolução Francesa, a “mãe das revoluções burguesas”, em quatro partes — antecedentes e três fases —, do iluminismo e das disputas entre burguesia, nobreza, clero e povo aos símbolos do Terror e a Napoleão.
Anuncia a tese que atravessa o curso: a revolução marcou o homem ocidental contemporâneo e, na avaliação do professor, por um lado muito negativo.
Revolução FrancesailuminismoTerrorNapoleão Bonaparte RousseauNapoleão Bonaparte3 min -
Módulo 1 · Antecedentes da revolução
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Apresentação do módulo Apresentação: antecedentes da revolução
Abre o módulo dos antecedentes: a burguesia, o iluminismo que passou pelos Estados Unidos antes de voltar à França e os cinco pontos que o professor considera causas centrais da revolução.
Toma posição de método: a história não se reduz a causas e consequências, mas estes cinco antecedentes são, sim, causas centrais da revolução.
antecedentesburguesiailuminismocausas da revolução2 min -
Aula 1.1 A burguesia, da Idade Média ao protestantismo
A burguesia nasce na Idade Média como intermediária do comércio, entre a Igreja e os reis, e cresce executando o mercantilismo criado pelos absolutistas. A condenação católica à usura freava seu lucro; o protestantismo, depois de Lutero, soltou esse freio, tese que o professor liga a Max Weber.
Mostra, com um exemplo das Cruzadas, que já existiam cartas de crédito: depositava-se ouro na Europa e sacava-se o mesmo valor em Jerusalém.
burguesiamercantilismousuraprotestantismoMax Weber Marshall McLuhanKarl MarxMartinho LuteroMax Weber13 min -
Aula 1.2 Iluminismo: contra o rei e contra o clero
O iluminismo aparece como filosofia ligada à burguesia, anticlerical e antiabsolutista, resumida na frase sobre o último rei enforcado nas tripas do último padre. A aula percorre Locke, Montesquieu e a tripartição dos poderes, Voltaire e Rousseau, e anuncia que a teoria virou prática primeiro nos Estados Unidos.
Explica de onde vem a ideia de uma Idade Média “das trevas”: dos próprios iluministas, que se diziam portadores da luz da razão.
iluminismoanticlericalismotripartição dos poderesMontesquieuRousseau John LockeMontesquieuVoltaireRousseau11 min -
Aula 1.3 Revolução Americana: iluminismo à luz da Bíblia
A Revolução Americana como contraponto à francesa. Apoiado em Christopher Dawson, o professor propõe, como leitura própria, que os americanos adotaram o iluminismo à luz da Bíblia: tomaram Montesquieu e a república romana para criar o presidencialismo, mas não a religião do homem nem o ataque de Rousseau à propriedade.
Contrasta a forte adesão popular à independência americana com a Independência e a República brasileiras, conduzidas por elites diante de uma população “quase sonâmbula”.
Revolução Americanacristandadepresidencialismopais fundadoresChristopher Dawson Christopher DawsonBenjamin FranklinThomas PaineThomas JeffersonMontesquieu11 min -
Aula 1.4 Os cinco antecedentes da Revolução Francesa
Os antecedentes organizados em cinco pontos: Guerra dos Sete Anos, apoio à independência americana, luxo da corte, grande fome e falta de voz do Terceiro Estado. A aula explica a sociedade estamental e o voto por estado nos Estados Gerais, que levou o Terceiro Estado a criar a Assembleia Nacional Constituinte.
Traduz a fome em números: às vésperas da revolução, um sans-culotte gastava 88% do que ganhava só com pão, e ainda de segunda categoria.
antecedentessociedade estamentalEstados GeraisTerceiro Estadogrande fome Luís XVIMaria AntonietaLuís XIVLênin24 min -
Módulo 2 · A primeira fase (1789–1792)
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Apresentação do módulo Apresentação: a primeira fase
Abre o módulo da primeira fase da revolução, de 1789 a 1792: a convulsão iniciada em Paris, o iluminismo posto em prática, a transformação da França em Estado laico e o caminho para a fase seguinte.
Lembra que a divisão da revolução em fases é uma sistematização didática do próprio professor, útil para situar cada acontecimento.
primeira faseParisiluminismoEstado laico2 min -
Aula 2.1 Da crise do absolutismo à queda da Bastilha
O contexto da revolução: a decadência do absolutismo Bourbon, do auge de Luís XIV em Versalhes aos erros de Luís XV e à fraqueza de Luís XVI. O professor sustenta que o alvo inicial era o rei, não a monarquia, e narra a demissão de Necker e o 14 de julho.
Termina com a diferença entre revolta e revolução, a partir da cena em que Luís XVI vê a multidão e a toma por simples revolta.
absolutismoVersalhesLuís XVIqueda da Bastilharevolta e revolução Luís XIVLuís XVLuís XVIThomas HobbesNecker14 min -
Aula 2.2 A Bastilha como símbolo e a damnatio memoriae
O papel dos símbolos na vida social explica por que o povo escolheu a Bastilha, prisão política e paiol, como alvo em 14 de julho. Sua destruição é lida como damnatio memoriae, o apagamento da memória ensinado pelo iluminismo, e a aula descreve o medo que a revolução despertou nas monarquias absolutistas.
Por que a multidão não atacou as Tulherias? Porque os palácios, no imaginário popular, ainda simbolizavam um passado glorioso.
símbolosqueda da Bastilhadamnatio memoriaemonarquias absolutistas São Tomás de AquinoLuís XVI14 min -
Aula 2.3 Declaração dos Direitos, sans-culottes e peixeiras
A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão é lida como símbolo iluminista criado pela burguesia, que deixava de fora mulheres e pobres, como mostram Rousseau e o voto censitário. A aula trata ainda dos sans-culottes, da Assembleia Legislativa, da Constituição de 1791 e da marcha das peixeiras de Paris a Versalhes.
Cita Michelet, para quem a Bastilha foi tomada pelos homens e o rei pelas mulheres, e descreve a vida insalubre das peixeiras à beira do Sena.
Declaração dos Direitossans-culottesvoto censitáriomulheres na revoluçãoConstituição de 1791 Declaração dos Direitos do Homem e do CidadãoRousseauJules MicheletLesueur (A plantação de uma árvore da liberdade)16 min -
Aula 2.4 Laicização do Estado e origem de esquerda e direita
A laicização do Estado, inspirada em Rousseau e no deísmo iluminista: a Constituição Civil do Clero, de 1790, submete a Igreja ao poder civil e divide o clero em juramentado e refratário. A aula explica ainda a origem de jacobinos e girondinos e da divisão entre esquerda e direita.
Questiona a máxima de Rousseau de que o homem nasce bom e a sociedade o corrompe: se todos são bons, como formariam juntos uma sociedade má?
laicizaçãoConstituição Civil do Cleroclero refratáriojacobinos e girondinosesquerda e direita RousseauConstituição Civil do CleroRobespierreDanton15 min -
Aula 2.5 Fuga de Varennes e a Convenção Nacional
A tentativa de fuga de Luís XVI rumo à Áustria, interrompida em Varennes, abala a monarquia constitucional de 1791. Seguem-se a Convenção Nacional, dividida entre girondinos e jacobinos, a ascensão destes com a comuna e o fim dos privilégios feudais, com terras de nobres loteadas e vendidas a preço baixo.
Aponta um padrão que se repete na história: os girondinos, que contestavam o voto por estado nos Estados Gerais, passam a restringir votos quando chegam ao poder.
fuga de Varennesmonarquia constitucionalConvenção Nacionalcomunaprivilégios feudais Luís XVIRobespierreDantonMaratSaint-Just14 min -
Módulo 3 · O período do Terror
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Apresentação do módulo Apresentação: o período do Terror
Abre o módulo da fase mais violenta da revolução: a reação das potências absolutistas, as revoltas no campo, a execução do rei e da rainha, a radicalização de Robespierre, os comitês e tribunais revolucionários e o golpe do 9 Termidor.
Inclui no roteiro um tema pouco lembrado: o destino dos filhos de Luís XVI e Maria Antonieta, presos e também atingidos pelo Terror.
TerrorRobespierretribunais revolucionários9 Termidor RobespierreLuís XVIMaria Antonieta2 min -
Aula 3.1 Valmy, Vendeia e os massacres de setembro
O início do período do Terror: a coalizão absolutista contra a França, a Guarda Nacional de Lafayette e a vitória de Valmy, em 1792, que inaugura o ano 1 da República. Destaque para a repressão brutal à Vendeia monarquista, muitas vezes omitida nos materiais didáticos, e para os massacres de setembro.
Detém-se no Leão de Lucerna, monumento aos guardas suíços mortos na defesa das Tulherias, que o professor considera uma das imagens mais fortes da violência revolucionária.
Batalha de ValmyVendeiamassacres de setembroGuarda SuíçaLeão de Lucerna Marquês de LafayetteJules MicheletRobespierreLeão de Lucerna15 min -
Aula 3.2 Comitês, guilhotina e a execução de Luís XVI
O aparato do Terror jacobino: os comitês e o Tribunal Revolucionário, que reproduzem a opressão antes combatida. A aula explica a guilhotina, apresentada como morte rápida e “igualitária”, o processo de Luís XVI e sua execução em 21 de janeiro de 1793, marco do início do grande Terror.
Critica os materiais didáticos que pouco falam do Terror e mostra como o verniz humanitário da guilhotina encobria execuções em massa.
TerrorTribunal Revolucionárioguilhotinaexecução de Luís XVIFouché Joseph-Ignace GuillotinLuís XVIJoseph FouchéMaratRobespierre18 min -
Aula 3.3 Símbolos subvertidos, Marat e o Ser Supremo
A radicalização jacobina ataca os símbolos: calendário com semanas de dez dias, baralho, nomes de ruas, a igreja de Santa Genoveva convertida em Panteão, as estátuas dos reis quebradas em Saint-Denis. A aula analisa ainda o uso político da morte de Marat por Robespierre e o culto ao Ser Supremo.
Compara o quadro de Jacques-Louis David, com Marat morto na banheira, às pietàs de Cristo, para mostrar como o revolucionário foi transformado em mártir.
calendário revolucionárioPanteãoMaratJacques-Louis Davidculto ao Ser Supremo Jacques-Louis DavidMaratCharlotte CordayRobespierreMichelangelo20 min -
Aula 3.4 Auge do Terror e queda de Robespierre
Do “beijo de Lamourette”, tentativa frustrada de reconciliação na Assembleia, ao auge do Terror: fome apesar da Lei do Máximo, guilhotina como espetáculo, o julgamento de Maria Antonieta e a acusação de incesto. Termina com o golpe do 9 Termidor e a execução de Robespierre.
Defende que a Revolução Francesa deve ser pintada “com as cores verdadeiras”, sem verniz, e indica o livro O Beijo de Lamourette, de Robert Darnton.
TerrorLei do MáximoMaria Antonieta9 TermidorRobespierre Adrien LamouretteRobert DarntonMaria AntonietaRobespierreSaint-Just13 min -
Módulo 4 · O Diretório e o fim da revolução
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Apresentação do módulo Apresentação: o Diretório
Abre o último módulo, sobre a fase mais longa da revolução: a tentativa de arrumar a casa depois do Terror, entre crise econômica, disputas de realistas, populares e burgueses e a ascensão de Napoleão.
Prepara a pergunta do módulo: por que, depois do Terror, a França continuou instável e acabou encontrando uma resposta em Napoleão?
Diretóriocrise econômicarealistasNapoleão Bonaparte Napoleão Bonaparte2 min -
Aula 4.1 O Diretório, a reação realista e Arcole
Depois da queda de Robespierre, os girondinos organizam o Diretório, com um legislativo bicameral, em meio à crise econômica. A aula mostra Napoleão ganhando fama na Batalha de Arcole, a reação realista e o chamado terror branco, e a Constituição de 1795, incapaz de dar rumo à França.
Sustenta que a França se perdeu ao romper sem plano com uma monarquia milenar, ao contrário da Inglaterra, que restaurou o rei com poderes limitados.
Diretórioterror brancoBatalha de ArcoleConstituição de 1795Napoleão Bonaparte Napoleão BonaparteLuís XVIII11 min -
Aula 4.2 Babeuf, a Conspiração dos Iguais e o Egito
A República Romana e os irmãos Graco ajudam a entender Graco Babeuf e sua Conspiração dos Iguais contra o Diretório, reprimida com a volta da guilhotina. A aula acompanha Napoleão no Egito e mostra como a desordem reaviva a ideia hobbesiana de um poder central forte.
Propõe uma pergunta ao aluno: até quando a guilhotina foi usada na França? Até a década de 1970, na execução de um tunisiano.
DiretórioGraco BabeufConspiração dos Iguaisirmãos Gracocampanha do Egito Graco BabeufTibério e Caio GracoNapoleão BonaparteThomas Hobbes12 min -
Aula 4.3 Do 18 Frutidor ao 18 Brumário: fim da revolução
Dois golpes marcam os anos finais do Diretório: o 18 Frutidor, em 1797, quando a ameaça realista é contida com apoio das tropas de Napoleão, e o 18 Brumário de 1799, com o qual Napoleão encerra o regime. O Consulado, com Napoleão como primeiro cônsul, marca para o professor o fim da revolução.
Desfaz um equívoco comum: Napoleão nasceu na Córsega, de família de raízes italianas, mas a ilha já era francesa, e ele era francês de nascimento.
18 Frutidor18 BrumárioConsuladoNapoleão Bonapartefim da revolução Napoleão BonaparteLucien BonaparteJoachim Murat13 min
Autores, obras e figuras discutidos
Rousseau · Napoleão Bonaparte · Marshall McLuhan · Karl Marx · Martinho Lutero · Max Weber · John Locke · Montesquieu · Voltaire · Christopher Dawson · Benjamin Franklin · Thomas Paine · Thomas Jefferson · Luís XVI · Maria Antonieta · Luís XIV · Lênin · Luís XV · Thomas Hobbes · Necker · São Tomás de Aquino · Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão · Jules Michelet · Lesueur (A plantação de uma árvore da liberdade) · Constituição Civil do Clero · Robespierre · Danton · Marat · Saint-Just · Marquês de Lafayette · Leão de Lucerna · Joseph-Ignace Guillotin · Joseph Fouché · Jacques-Louis David · Charlotte Corday · Michelangelo · Adrien Lamourette · Robert Darnton · Luís XVIII · Graco Babeuf · Tibério e Caio Graco · Lucien Bonaparte · Joachim Murat