Educação Personalizada
Um estilo educativo que parte do conceito de pessoa: educar é ajudar cada filho, único e livre, a crescer.
Visão geral
Educação personalizada não é aula particular nem um método com resultado garantido: é um estilo educativo, praticado há cerca de 70 a 80 anos no mundo e há uns 30 no Brasil, em colégios e também no homeschooling. Como no impressionismo, há princípios comuns, mas cada obra é única. O fundamento é o conceito de pessoa: cada filho é único, livre e tem um ideal próprio, que Deus, os pais e ele mesmo vão descobrindo. Educar, na definição de Tomás Alvira, é ajudar a crescer.
Evandro Faustino parte da missão dos pais e dos critérios, muitas vezes enganosos, com que se escolhe um colégio, e contrapõe ao planejamento do Estado o ideal único de cada criança. Com a famosa palestra de Ken Robinson, discute a criatividade que a escola sufoca ao estigmatizar o erro, a hierarquia das disciplinas e a diversidade da inteligência. Com o filósofo Ricardo Yepes Stork, trata de ensinar a pensar: renunciar aos slogans, recuperar a leitura e a conversa, buscar a visão de conjunto e voltar aos clássicos e aos heróis.
A parte final é dedicada à formação e à liberdade. Com José María Barrio, mostra que educar na liberdade é um pleonasmo e não se confunde com permissividade; com Javier Aranguren, distingue os sentidos da palavra formação e critica a educação utilitária, voltada só ao vestibular; com Jutta Burggraf e a lenda do Grande Inquisidor, de Dostoiévski, questiona as escolas que preferem o temor, as regras supérfluas e a manipulação do saber.
As aulas alternam a leitura desses autores com casos da experiência do professor com pais e alunos, de entrevistas de matrícula à leitura de Dom Casmurro com adolescentes. O ponto de chegada é uma tese simples e exigente: não existe educação sem liberdade, e ninguém pode crescer no lugar de outro.
O percurso do curso
Estilo, não método
A apresentação e a Aula 1 distinguem o método, que promete sempre o mesmo resultado, como uma receita, do estilo, que, como no impressionismo, tem princípios comuns e obras sempre únicas. Educar é missão dos pais, que começa no nascimento e dura a vida toda; o colégio é parceiro da família, e escolhê-lo exige critério. A Aula 2 desmonta os critérios enganosos: proximidade, preço, modernidade, status, tradição, a proposta que se diz moderna, a lista de aprovados no vestibular.
A Aula 3 lança o fundamento de tudo, o conceito de pessoa: cada um é único, livre e tem um ideal próprio, que Deus, os pais e a própria criança vão descobrindo. Daí a definição de Tomás Alvira, educar é ajudar a crescer, e as tutorias em que são os pais que contam ao colégio quem é o filho. Na Aula 4, do ideal grego da paideia aos programas que querem soldados ou técnicos, o professor mostra que nenhum projeto coletivo substitui o ideal de cada filho.
Criatividade e inteligência, com Ken Robinson
As Aulas 5 a 7 comentam a palestra de Ken Robinson. A escola que estigmatiza o erro ensina o medo e mata a criatividade: no desafio do marshmallow, crianças pequenas vencem quase todos os adultos. A hierarquia das disciplinas, herdada da Revolução Industrial, deixa artes e dança na rabeira e forma “bonsais humanos”, enquanto a inflação acadêmica desvaloriza o diploma. Contra o ensino padronizado, a inteligência de cada um é diversa e única.
Ensinar a pensar e voltar aos clássicos
A partir de uma entrevista de Ricardo Yepes Stork, a Aula 8 mostra que o pensamento nasce do assombro, que a pressa rouba. Seguem a renúncia aos slogans e o gosto pela leitura despertado com liberdade (Aula 9), a parábola da tapeçaria contra a especialização sem visão de conjunto (Aula 10) e a ideia de receber, elaborar na própria intimidade e devolver aos outros o que se aprende (Aula 11). Nas Aulas 12 e 13, com o capítulo “Harmonia dos clássicos”, o professor critica o culto da velocidade e o excesso de abstração e defende os heróis e os clássicos como via para conhecer o ser humano.
Liberdade e formação
As Aulas 14 e 15 comentam o artigo “Educar na liberdade”, de José María Barrio: se Deus correu o risco da nossa liberdade, pais e escolas também devem corrê-lo, unindo suavidade e firmeza, como o tutor que ampara a planta; corrigir é servir ao fim que o próprio aluno busca, e o erro tem valor pedagógico. As Aulas 16 a 18 seguem “A ideia de formação”, de Javier Aranguren: formar não é moldar argila, toda educação tem um fim, a sabedoria vai além da erudição e a educação utilitária, voltada só ao vestibular, é falta de bom gosto e burrice.
O curso termina com o artigo de Jutta Burggraf sobre criar ambientes livres e com a lenda do Grande Inquisidor, de Dostoiévski (Aulas 19 e 20): se Deus deu a liberdade sabendo que seria mal usada, por que tantas escolas preferem o temor, as regras supérfluas e o professor que só aceita o seu método? Deus quer amigos, não robôs, e, como lembrava Dom Bosco, o primeiro sinal de que uma escola vai bem é que todos estão contentes.
O que você vai aprender
- A diferença entre método e estilo educativo, e por que a educação personalizada é um estilo
- O conceito de pessoa, única e livre, e a definição de educar como ajudar a crescer
- Os critérios enganosos na escolha do colégio (proximidade, preço, modernidade, status, lista de aprovados) e o que de fato importa
- Por que nenhum ideal coletivo, do Estado ou do mercado, substitui o ideal próprio de cada filho
- As críticas de Ken Robinson à escola que hierarquiza as disciplinas, estigmatiza o erro e sufoca a criatividade
- Caminhos para ensinar a pensar: renunciar aos slogans, despertar o gosto pela leitura, buscar a visão de conjunto e conversar
- O lugar dos clássicos e dos heróis na formação, a partir de Ricardo Yepes Stork
- Por que educar na liberdade, segundo José María Barrio, não é deixar fazer o que se quer, e o valor pedagógico do erro
- Os três sentidos de formação em Javier Aranguren (biológica, social e segundo um ideal) e por que não existe educação neutra
- Como o temor, as regras supérfluas e a manipulação do saber cerceiam a liberdade na escola, com Jutta Burggraf e o Grande Inquisidor
Aula por aula
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Apresentação do curso Educação personalizada: estilo, não método
A educação personalizada apresentada como estilo educativo, não como método: como no impressionismo, há princípios comuns e obras sempre únicas, com fundamentos filosóficos, pedagógicos e sobretudo antropológicos, a partir do conceito de pessoa.
Por que não é possível escrever um manual de educação personalizada, e o que se pode oferecer no lugar de uma receita?
educação personalizadaestilo educativométodoconceito de pessoahomeschooling5 min -
Aula 1 Missão dos pais e escolha do colégio
A educação como missão dos pais, que começa no nascimento e dura a vida toda. Partindo da ideia de que os filhos são o maior tesouro, distingue método e estilo e mostra por que a escolha do colégio, parceiro da família, exige critério.
Termina com a imagem da Serra do Mar: os pais veem o mar lá embaixo, a felicidade dos filhos, mas não o caminho até ele.
método e estilomissão dos paisescolha do colégiofelicidade dos filhos22 min -
Aula 2 Critérios enganosos na escolha do colégio
Proximidade, preço, modernidade, status, tradição, uma proposta pedagógica dita moderna e a lista de aprovados no vestibular: nenhum desses critérios basta para escolher uma escola. Descartadas as escolas massificantes, defende que um bom colégio deve oferecer verdadeira formação, e não apenas preparar para o vestibular.
Entre os exemplos, um avô deslumbrado com a loja do McDonald's na cantina do colégio do neto e escolas que compram alunos para inflar listas de aprovados.
escolha do colégiocritérios equivocadosescola massificantevestibularformação The Wall (Pink Floyd)21 min -
Aula 3 Educar como ajudar a pessoa a crescer
Educar como “ajudar a crescer”, na definição de Tomás Alvira: a educação personalizada parte do conceito de pessoa, única e livre, com um ideal próprio que Deus, os pais e ela mesma vão descobrindo. Daí o peso das tutorias com os pais e o dever de acompanhar o colégio.
Um afresco de Giotto, em que Maria entrega o Menino ao sacerdote sem tirar as mãos de baixo, vira conselho aos pais que confiam o filho à escola.
conceito de pessoaajudar a crescerunicidadetutoriapapel dos pais Tomás AlviraGiotto26 min -
Aula 4 Planejamento estatal versus ideal pessoal de educação
Do ideal grego de formar cidadãos úteis à pólis aos programas que querem soldados ou técnicos, nenhum projeto coletivo substitui o ideal único de cada filho. Uma formação humana completa prepara melhor para um mercado de trabalho imprevisível.
Um pai perguntou a um educador para qual país deveria se mudar para educar bem a filha e ouviu: por que não funda você mesmo uma escola?
planejamento estatalpaideiamercado de trabalhoformação humanísticaKen Robinson Werner Jaeger (Paideia)Ken Robinson21 min -
Aula 5 Criatividade e o medo de errar na escola
A criatividade como traço da pessoa, a partir da palestra de Ken Robinson “As escolas matam a criatividade”: diante de um futuro imprevisível, educar na criatividade prepara mais do que acumular conteúdos, e a escola que estigmatiza o erro ensina o medo e produz pessoas padronizadas.
No desafio do marshmallow, crianças da educação infantil vencem quase todos os adultos, perdendo só para engenheiros, porque experimentam sem medo de errar.
criatividademedo do erroKen Robinsondesafio do marshmallowintimidade Ken RobinsonPicasso23 min -
Aula 6 A hierarquia das disciplinas e os bonsais humanos
Ken Robinson critica a escola que põe matemática e linguagem no topo e artes e dança na rabeira, numa educação “da cintura para cima”. Herdada da Revolução Industrial, essa lógica utilitarista forma “bonsais humanos” e aposta em diplomas que a inflação acadêmica desvalorizou.
Traz a história da coreógrafa de Cats, tida como problemática na escola até um psicólogo perceber, ao deixá-la sozinha com música, que ela era dançarina.
hierarquia das disciplinasdançabonsais humanosutilitarismoinflação acadêmica Ken RobinsonJosé PachecoComo Estrelas na TerraTempos Modernos (Chaplin)27 min -
Aula 7 Diversidade e unicidade da inteligência
Os programas escolares esquecem que cada pessoa percebe a realidade por uma via própria, e o ensino padronizado limita o entendimento da maioria dos alunos. Com o diploma desvalorizado, a aposta passa a ser a criatividade e o encontro pessoal com a verdade.
Um grande ceramista brasileiro modela um anjinho barroco diante de crianças e as leva a fazer o seu, descobrindo em si capacidades que desconheciam.
diversidade da inteligênciapadronizaçãodiplomacriatividadeencontro pessoal Ken Robinson20 min -
Aula 8 A escola precisa ensinar a pensar
Ensinar a pensar, a partir de uma entrevista do filósofo Ricardo Yepes Stork: a pressa tira o tempo de observar e de se maravilhar, onde o pensamento começa. Critica a decoreba, os slogans e o relativismo e propõe descrever imagens e explorar a etimologia das palavras.
Compara a escola a quem tenta ensinar a andar de bicicleta com manuais e vídeos, sem nunca pôr a criança na bicicleta.
ensinar a pensarassombroslogansrelativismoetimologia Ricardo Yepes Stork25 min -
Aula 9 Slogans, leitura e o gosto pelos clássicos
Renunciar aos slogans e recuperar a conversa e a leitura como passos para ensinar a pensar. Com os direitos do leitor de Daniel Pennac, defende que crianças e adolescentes gostam de ler quando alguém lhes mostra a beleza dos livros e lhes dá liberdade.
Conta como fez meninas adolescentes mergulharem em Dom Casmurro lendo com elas a cena do primeiro beijo, e crianças se encantarem com uma Divina Comédia ilustrada em italiano.
sloganshábito da leituradireitos do leitorclássicosDom Casmurro Daniel Pennac (Como um Romance)Machado de Assis (Dom Casmurro)Dante (Divina Comédia)21 min -
Aula 10 Especialização e visão de conjunto
Educar é ajudar o aluno a elaborar o próprio conhecimento, não só despejá-lo. Diante da massa de saber acumulado, a especialização é necessária, mas isola um campo do todo; a parábola da tapeçaria vista por três observadores mostra a falta que faz a visão de conjunto.
Um seminarista confessa ouvir os livros da biblioteca chamá-lo de burro e ignorante, lembrando-o de tudo o que ainda não sabe.
transmissão de conhecimentoespecializaçãovisão de conjuntocore curriculum21 min -
Aula 11 Pensar e devolver: opiniões que se complementam
Formar opinião é receber a informação, elaborá-la na própria intimidade e devolvê-la aos outros. Com o exemplo de uma taça de cristal, mostra que visões diferentes da mesma verdade se complementam sem relativismo e propõe uma escola desse diálogo, que exige generosidade e humildade.
Para Santo Agostinho e São Tomás, lembra o professor, o céu é como um grande coral em que cada um conta aos outros o que vê de belo em Deus.
intimidadeformação de opiniãocomplementaridadehumildadegenerosidade Santo AgostinhoSão Tomás de AquinoHermann Hesse (O Jogo das Contas de Vidro)18 min -
Aula 12 Harmonia dos clássicos contra o culto da velocidade
O culto da velocidade e o excesso de racionalismo, a partir do capítulo “Harmonia dos clássicos”, de Ricardo Yepes Stork: a abstração despoja as coisas de sua realidade, e a escola privilegiou a lógica mais que a harmonia e a visão de conjunto. Para conhecer o mundo humano, é preciso conhecer pessoas.
Parte de uma frase atribuída a São Tomás de Aquino e citada no livro: há mais realidade numa mosca do que na mente de todos os filósofos.
clássicosculto da velocidaderacionalismoharmoniahemisférios cerebrais Ricardo Yepes Stork (Entender o mundo de hoje)São Tomás de AquinoDürerDante Alighieri22 min -
Aula 13 Heróis e a atualidade dos clássicos
Heróis e clássicos como via para conhecer o ser humano: seguindo Ricardo Yepes Stork, defende que a história é feita de pessoas, não de estatísticas, e que os clássicos continuam atuais porque exprimem a alma humana; por isso suas histórias devem ser contadas aos alunos.
Recomenda A Ilustre Casa de Ramires, de Eça de Queiroz, em que um herdeiro de vida mesquinha se inspira no heroísmo dos antepassados.
heróisclássicosbiografiahistóriaEça de Queiroz Ricardo Yepes StorkEça de Queiroz (A Ilustre Casa de Ramires)Winston ChurchillEl Cid19 min -
Aula 14 Educar na liberdade, segundo José María Barrio
Um artigo de José María Barrio serve de guia: se Deus criou o homem livre e correu o risco dessa liberdade, pais e escolas também devem corrê-lo. Critica o dirigismo estatal e propõe, com a imagem do tutor que ampara a planta, unir suavidade e firmeza.
Sugere começar cedo: pedir à criança que opine sobre a cor da roupa e sempre perguntar por quê, para que aprenda a justificar o próprio gosto.
liberdadedirigismo estatalbonsais humanostutorJosé María Barrio José María Barrio (Educar na liberdade)Santa Teresa de Jesus21 min -
Aula 15 Educar na liberdade: correção, confiança e erro
Educar na liberdade não é deixar o aluno fazer o que quer: como a do treinador, a correção serve ao fim que o próprio aluno busca. Discute ainda a confiança entre educador e educando, a diferença entre educar e adestrar e o valor pedagógico do erro.
Traz uma proposta prática: pedir ao aluno que pesquise algo novo sobre um tema de seu gosto, como o rock numa aula de história, e o apresente à turma.
educar na liberdadecorreçãoconfiançaerro escolaradestramento José María Barrio20 min -
Aula 16 A ideia de formação e o ideal educativo
Formar pessoas não é moldar argila: a partir do texto “A ideia de formação”, de Javier Aranguren, distingue a formação biológica, a social e a formação segundo um ideal, como a paideia grega. Toda educação pressupõe um fim, e não existe educação neutra.
Abre com o encontro com Aranguren num colégio espanhol e a resposta ao autor, que via o texto sem novidades: “não tem nada de novo, mas tem tudo do velho”.
formaçãopaideiaideal educativoeducação neutracrescimento Javier Aranguren23 min -
Aula 17 Conhecimento, serviço e paciência na formação
Educação não é acúmulo de conhecimentos: distingue erudição, cultura e sabedoria e percorre as finalidades do saber, da prova ao serviço dos outros, e a formação como semelhança com Deus. A formação existe para servir e exige tempo e paciência, contra a tentação de adestrar para o vestibular.
Aos colégios cobrados por aprovação no vestibular, a aula oferece o conselho de um amigo do professor: “não venda gato por lebre, venda lebre por gato”.
erudição e sabedoriamagnanimidadesemelhança com Deuspaciênciavestibular Javier ArangurenDom Bosco21 min -
Aula 18 Contra a educação utilitária: bom gosto e autoconhecimento
Educar de forma utilitária, visando só resultados imediatos, é para Aranguren falta de bom gosto e burrice. Com o “conhece-te a ti mesmo” socrático, defende formar pessoas que se descubram, cultivando silêncio, beleza e boas leituras, e ajudar cada aluno, pessoa única, a crescer sem substituí-lo.
A menina que trocou a sala barulhenta pela janela do corredor para pensar na redação, e a diretora que saiu na ponta dos pés, ilustram o valor do silêncio.
educação utilitáriabom gostoautoconhecimentomaiêuticasilêncio Javier ArangurenSócratesMatrix (filme)18 min -
Aula 19 O Grande Inquisidor e a liberdade na escola
A partir do artigo “Criar ambientes livres”, de Jutta Burggraf, e da lenda do Grande Inquisidor, de Dostoiévski, rebate a ideia de que os alunos não sabem usar a liberdade e critica escolas que infundem temor e multiplicam regras supérfluas, como pedir licença para ir ao banheiro ou tocar sinal.
Se Deus concedeu a liberdade sabendo que o homem abusaria dela, por que tantas escolas preferem agir como o Grande Inquisidor?
liberdade na escolaGrande Inquisidorautoridaderegras supérfluastemor Jutta BurggrafDostoiévskiOs Irmãos KaramazovBento XVI23 min -
Aula 20 Pequenos tiranos, manipulação do saber e liberdade
Além das regras supérfluas, a liberdade escolar é cerceada pela manipulação do conhecimento: o professor que só aceita seu método ou isola ideias divergentes é um pequeno tirano. Com Jutta Burggraf e Bento XVI, defende que Deus quer amigos, não robôs, e que a escola deve ser lugar de liberdade.
Para Dom Bosco, o primeiro sinal de que uma escola vai bem é simples: todos estão contentes, de cara aberta e sorrindo.
manipulação do conhecimentopequenos tiranosliberdade e amorambiente escolar Jutta BurggrafBento XVIDom Bosco14 min
Autores, obras e figuras discutidos
The Wall (Pink Floyd) · Tomás Alvira · Giotto · Werner Jaeger (Paideia) · Ken Robinson · Picasso · José Pacheco · Como Estrelas na Terra · Tempos Modernos (Chaplin) · Ricardo Yepes Stork (Entender o mundo de hoje) · Daniel Pennac (Como um Romance) · Machado de Assis (Dom Casmurro) · Dante (Divina Comédia) · Santo Agostinho · São Tomás de Aquino · Hermann Hesse (O Jogo das Contas de Vidro) · Dürer · Eça de Queiroz (A Ilustre Casa de Ramires) · Winston Churchill · El Cid · José María Barrio (Educar na liberdade) · Santa Teresa de Jesus · Javier Aranguren · Dom Bosco · Sócrates · Matrix (filme) · Jutta Burggraf · Dostoiévski · Os Irmãos Karamazov · Bento XVI